Autor: Dario Fo
Título original: Gli imbianchini
non hanno ricordi
Páginas: 13
Personagens: 4h + 3m
Personagens: 4h + 3m
Sinopse:
Peça que esboça personagens imersas sem situações paradoxais e disparatadas, seres reativos que desbaratam a lógica do mundo estabelecido, que submergem nessa dose de necessidade do ser. O texto não verbaliza a denúncia, mas encarna-a nas suas personagens e situações. Uma viúva contra dois farsantes que se dizem pintores para um trabalho no seu bordel. Quando estes lá chegam, ocorre um acidente que os faz pensar terem matado um homem que, na realidade, é um manequim de cera e, através das peripécias que os falsos pintores fazem ocultar o suposto crime, inteiramo-nos de que não só os pintores não o são assim lá muito, como também a viúva não assim tão viúva, nem o manequim é assim tão manequim. Nada é o que parece nesta farsa que nos conta que quem cava uma sepultura para outro pode acabar a cair nela.
Peça que esboça personagens imersas sem situações paradoxais e disparatadas, seres reativos que desbaratam a lógica do mundo estabelecido, que submergem nessa dose de necessidade do ser. O texto não verbaliza a denúncia, mas encarna-a nas suas personagens e situações. Uma viúva contra dois farsantes que se dizem pintores para um trabalho no seu bordel. Quando estes lá chegam, ocorre um acidente que os faz pensar terem matado um homem que, na realidade, é um manequim de cera e, através das peripécias que os falsos pintores fazem ocultar o suposto crime, inteiramo-nos de que não só os pintores não o são assim lá muito, como também a viúva não assim tão viúva, nem o manequim é assim tão manequim. Nada é o que parece nesta farsa que nos conta que quem cava uma sepultura para outro pode acabar a cair nela.